Acrismat tem trabalhado forte junto aos órgão do Governo na busca alternativas que possam contribuir para o crescimento do setor em Mato Grosso
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Apesar de alguns entraves registrados nos últimos três anos, como um pequeno decréscimo no percentual de matrizes, por exemplo, a suinocultura mato-grossense tem se comportado bem do ponto de vista lucrativo, sobretudo nas exportações que registrou recorde histórico no ano passado.
Com a estabilidade do custo de produção e abertura de novos mercados, o setor já vislumbra mais um período de prosperidade para a atividade que gera emprego, renda e fomenta, significativamente, a economia em Mato Grosso.
Porém, mesmo com os avanços registrados, o diretor Executivo da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Custódio Rodrigues de Castro Junior, aponta a falta de políticas estratégicas por parte do Governo do Estado, de apoio ao pequeno e médio suinocultor. “O grande estado que a gente falava que ia ser o grande produtor da suinocultura, infelizmente, ficou pra trás em relação a outros estados, principalmente Mato Grosso do Sul, Paraná e etc”, pontuou Castro Junior.
De acordo com Custódio, a Acrismat tem trabalhado muito junto aos órgão do Governo na busca alternativas que possam contribuir para o crescimento do setor no Estado. Além disso, a entidade faz um forte trabalho no sentido de divulgação da carne suína com a realização de eventos e incentivos a inserção dessa fonte de proteína na dieta alimentar, inclusive na merenda escolar.
“E então assim, a Associação tem trabalhado muito forte nesse sentido de aumento de consumo, né? O Frederico é o presidente, sua diretoria tem trabalhado muito nesse sentido e a associação busca essas alternativas, né? Com os eventos que nós fazemos aqui, eventos técnicos que nós devemos ter ainda agora em março, depois em julho e final do ano”, enfatizou o diretor ao afirmar que a entidade deve lançar, ainda este ano, um curso de especialização específico para profissionais que atuam e que queiram atuar na suinocultura.
“Então, as expectativas são essas, que nós tenhamos aí um 2025 interessante para a suinocultura, com custos de produção que continuam nesse patamar, equilibrado, para dar sustentabilidade à cadeia da suinocultura, não só da suinocultura, como da avicultura, quanto peixes e outras atividades”, finalizou Rodrigues de Castro Junior.
Por Jota Passarinho