Mulher de líder de facção é presa com carro roubado de concessionária em Ccuiabá

A Fiat Strada foi localizada na casa da mulher

A Polícia Militar prendeu Rayssa Lorany Nascimento, 20 anos, na tarde de segunda-feira (11), após uma picape Fiat Strada com placas adulteradas ser localizada na casa dela, no bairro São Gonçalo III. O veículo foi roubado de um caminhão cegonha em Várzea Grande no mês passado e, conforme a PM, ela é esposa de um detento conhecido por “Marreta”, líder de uma facção criminosa responsável por pelo menos 60% do roubo de veículos na Baixada Cuiabana.

O crime aconteceu no dia (24) do mês passado, quando um trio armado rendeu funcionários da Fiat Domani, em Várzea Grande, e fugiu levando duas picapes, um Toro e uma Strada. Somados os valores dos veículos, o prejuízo foi de R$ 150 mil.

O segundo veículo não foi recuperado.

Rayssa, que faz uso de tornozeleira eletrônica, foi detida após uma abordagem de rotina no bairro. Os policiais verificaram que a tornozeleira dela estava desligada e ela foi acompanhada até a casa, para pegar os documentos de identificação.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais viram o carro na garagem e desconfiaram após notar a placa limpa e o veiculo todo empoeirado. Ao realizar checagem, foi verificado que a picape é a mesma roubada do caminhão cegonha no mês passado e estava com a placa clonada.

Ainda conforme o boletim de ocorrência, a jovem é ainda mais influente no crime e suas ações vão além de uma simples receptação. Ele seria mulher de Luciano Mariano da Silva, conhecido como "Marreta".

Marreta foi preso durante a Operação Ares Vermelho, da Polícia Civil, no dia (17) do mês passado. Os líderes ordenavam crimes de dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE). Juntos, eles foram responsáveis pelo roubo de pelo menos 560 veículos em Cuiabá e Vázea Grande só em 2017. Os crimes geraram lucro de cerca de R$ 1,2 milhão.

Rayssa também seria alvo da operação. O roubo dos veículos aconteceu uma semana após a deflagração da operação – revelando que Marreta ainda tem influência nas ações do bando.

Com RepórterMT

fonte: RepórterMT

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